Apresentação
O Grupo EGF
A Empresa Geral do Fomento, S.A. (EGF) é a sub-holding do Grupo Águas de Portugal responsável por assegurar o tratamento e valorização de resíduos, de forma ambientalmente correta e economicamente sustentável e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do ambiente.
A gestão dos sistemas de tratamento e valorização de resíduos é feita através de 11 empresas concessionárias, constituídas em parceria com os municípios servidos, que processam anualmente cerca de 3,7 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) produzidas em 174 Municípios, servindo cerca de 60% da população de Portugal, que corresponde a 6,4 milhões de habitantes.
Com um papel fundamental no apoio à estruturação e definição das políticas de ambiente na área dos resíduos, a EGF assume como eixo prioritário contribuir para o cumprimento das estratégias e metas nacionais e comunitárias para o setor, com destaque para o aumento da recolha seletiva de embalagens multimaterial e do desvio de resíduos urbanos biodegradáveis da deposição em aterro.
Os investimentos efetuados e a atividade desenvolvida na área da recolha seletiva, quer na logística associada, quer em ações de sensibilização das populações para a importância da separação e deposição dos materiais nos ecopontos, resultaram num crescimento anual, em 2009, de cerca de 10%, sendo a EGF, atualmente responsável por 52% do total dos materiais de embalagem encaminhados para reciclagem através da Sociedade Ponto Verde.
A destacar também a valorização energética dos resíduos através de processos térmicos, nomeadamente da incineração que permite obter energia e vapor. As escórias resultantes do processo de combustão são também tratadas e valorizadas, podendo ser utilizadas como inertes para a construção civil, obras públicas e eventual recuperação paisagística de pedreiras e minas.
No domínio da valorização orgânica dos resíduos biodegradáveis, a EGF utiliza tecnologias inovadoras para potenciar o aproveitamento energético do biogás produzido pela decomposição dos resíduos e para a produção de composto passível de ser usado como fertilizante agrícola. Além de permitir prolongar a vida útil dos aterros, a valorização orgânica dos resíduos permite também reduzir a emissão de gases com efeito estufa e promover a produção de eletricidade a partir de fontes endógenas.




