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Valorização

Valorização

A EGF, através das empresas concessionárias dos sistemas multimunicipais de gestão de resíduos, toma como objetivo o novo paradigma dos resíduos sólidos, ou seja, não considerar os resíduos como um “desperdício” de que se pretende desfazer, mas encará-los como um recurso a ser reintegrado nos ciclos de produção após a respetiva valorização. Os resíduos sólidos são assim, encarados, como matérias-primas cuja utilização permite diminuir o consumo e prevenir o esgotamento dos recursos naturais. Os processos de valorização de resíduos dão origem a recursos de valor acrescentado, nomeadamente:

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A energia pode ter origem na combustão dos resíduos, mediante um processo de incineração (ver Valorização Energética) com recuperação de energia, ou no aproveitamento energético do biogás resultante da decomposição dos resíduos confinados em Aterro Sanitário ou dos processos de tratamento biológico com digestão anaeróbia (ver Valorização Orgânica).

Nota: A incineração de 2.000 toneladas de resíduos produz energia suficiente para alimentar uma cidade de 150 mil habitantes.

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Após o tratamento adequado, as escórias resultantes da incineração (ver Valorização Energética) podem ser utilizadas como inerte para a construção civil, obras públicas e eventual recuperação paisagística de pedreiras e minas, após conclusão da exploração. Do processo de combustão podem ainda recuperar-se metais ferrosos e não ferrosos que podem ser enviados para as indústrias de reciclagem.

Nota: Por tonelada de RSU incinerada são produzidos cerca de 200 kg de escórias.

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O composto é um produto estabilizado e higienizado que resulta da valorização orgânica dos resíduos biodegradáveis através de processos tratamento biológico com compostagem ou de processos de tratamento biológico com digestão anaeróbia. O composto pode ser utilizado como fertilizante agrícola, pois promove a melhoria das condições do solo em termos de estrutura, porosidade, fertilidade, capacidade de retenção da água, arejamento e atividade microbiana.

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Combustível Derivado de Resíduos: este combustível, que é passível de valorização energética, resulta dos processos de tratamento mecânico dos resíduos indiferenciados e incorpora a fração remanescente dos materiais não passíveis de reciclagem ou valorização orgânica.

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As embalagens que são obtidas através dos processos de recolha seletiva multimaterial e de triagem são expedidas para a Sociedade Ponto Verde que as encaminha para os recicladores, dando origem a novas matérias primas e/ou produtos (veja também Sabia que).

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Existem outras fileiras de resíduos passíveis de serem reciclados e que podem ser entregues em Ecocentros, designadamente REEE – Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos, pneus, RCD – Resíduos de Construção e Demolição, madeiras, óleos.


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Faça aqui  o download da Cadeia de Valor do Grupo EGF.

 

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