História EGF
Uma história de evolução com quase 70 anos
2016
Nova Marca EGF
A EGF ganha uma nova marca e uma nova imagem, corporizando uma nova estratégia de Grupo. Esta marca é assumida em todas as empresas, dando mais visibilidade a uma atuação sinérgica e de parceria.
2015
Alteração da estrutura acionista
Alteração da estrutura acionista da EGF, com a aquisição pelo Grupo Mota-Engil e Urbaser ao Estado Português após o seu Agrupamento ter sido declarado vencedor do processo de privatização lançado pelo Governo português em 2013.
2010
Valorsul
Foi constituída a nova Valorsul - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos das Regiões de Lisboa e do Oeste, S.A., e do respetivo sistema multimunicipal, por fusão da Valorsul e Resioeste, através do Decreto-Lei n. 68/2010 de 15 de junho, para um período de 25 anos.
2009
Resinorte
Constituição da Resinorte, por fusão das  empresas Rebat, Resat e Residouro e agregando os municípios pertencentes à Associação de Municípios do Vale do Douro Norte (AMVDN) e à Associação de Municípios do Vale do Ave (AMAVE), empresa que assumiu a concessão do novo Sistema Multimunicipal de Triagem, Recolha, Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos do Norte Central.
2008
Resiestrela
Constituição da  Resiestrela para assumir a concessão do sistema multimunicipal de RSU da Cova da Beira, que estava atribuída à Águas do Zêzere e Coa (empresa do Grupo AdP), elevando para catorze o número de concessionárias de sistemas multimunicipais do Grupo EGF.
2007
PERSU II e Internacionalização
Publicação do novo plano estratégico setorial para o período 2007-2016 (PERSU II) para dar resposta aos novos desafios de Portugal na gestão de resíduos, nomeadamente a nível da racionalização e otimização dos sistemas de gestão de RSU, tendo em vista ganhos de eficiência, capacidade tecnológica e de sustentabilidade. Em paralelo, a EGF inicia o seu processo de internacionalização tendo, em consórcio com a empresa moçambicana Neoquímica, ganho o concurso para a recolha dos resíduos produzidos na zona urbana de Maputo (Moçambique), por um período de três anos.
2005
Estação de Tratamento e Valorização Orgânica
Em 2005 arranca o Programa + Valor, o programa de recolha seletiva de matéria orgânica implementado em grandes produtores e realizado em Portugal pela primeira vez. Este desafio foi liderado pela Valorsul em parceria com os municípios de Amadora, Lisboa e Loures. Com a implementação deste programa, foi possível dar início à fase de testes da Estação de Tratamento e Valorização Orgânica, a primeira instalação de digestão anaeróbia do país.
2002
Centrais de Compostagem de Resíduos Verdes
É em 2002 que as Centrais de Compostagem de resíduos verdes da Algar iniciam a sua atividade, nos concelhos de Portimão e Loulé.
2001
Constituição de novas empresas
Foram constituídas, em parceira entre a EGF e os municípios abrangidos, entre os anos 2000 e 2001, mais quatro empresas para explorar e gerir, em regime de concessão, quatro novos sistemas multimunicipais de tratamento e valorização de RSU (Resat, Rebat, Residouro e Valnor).
2000
Integração no Grupo Águas de Portugal
A EGF passou a integrar o Grupo Águas de Portugal enquanto subholding para a área dos resíduos, continuando a assumir a responsabilidade das atividades de gestão, manutenção e exploração de sistemas multimunicipais de recolha, tratamento e valorização de RSU, e também sistemas de tratamento e valorização de fluxos especiais de resíduos.
1999
Central de Valorização Energética
A Central de Valorização Energética da Valorsul, empresa concessionária da EGF, entra em fase de testes e começa a receber os resíduos urbanos que estavam a ser encaminhados para aterro sanitário. Esta Central é depois inaugurada no ano 2000 e ainda hoje trata e valoriza 2.000 toneladas de resíduos urbanos produzidos pelas populações dos municípios de Amadora, Lisboa, Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira.
1998
As primeiras Centrais de Triagem
É em 1998 que iniciam a atividade as primeiras centrais de triagem em Portugal - em Coimbra (Ersuc) e em Leiria (Valorlis). Durante o ano de 1998 foi ainda iniciada a exploração de 7 Aterros Sanitários por empresas do Universo EGF: Barlavento Algarvio (Algar) em fevereiro; Mato da Cruz (Valorsul), em julho; Valença (Valorminho) em agosto; Leiria (Valorlis) em setembro; Coimbra (ERSUC) em setembro; Figueira da Foz (ERSUC) em setembro; Viana do Castelo (Resulima) em dezembro.
1997
Exploração do primeiro Aterro Sanitário
Com a constituição da Amarsul, é dada continuidade à exploração do Aterro Sanitário do Seixal (iniciada em 1995) e à primeira Central de Tratamento Mecânico e Biológico, as primeiras instalações a serem operadas por uma empresa do Grupo. Neste ano, o Governo português aprova o Plano Estratégico Setorial de Gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU I), com o objetivo de estimular a criação de modernos sistemas de gestão de RSU, integrando infraestruturas adequadas para a recolha e tratamento de resíduos. É iniciada a implementação de sistemas de recolha seletiva de materiais de embalagem passíveis de serem reciclados, com a instalação de ecopontos, ecocentros e estações de triagem e promovendo ações de sensibilização e educação ambiental. Neste ano é ainda criada a empresa Resioeste.
1995
Primeira Central de Tratamento Mecânico e Biológico (TMB)
A primeira Central de Tratamento Mecânico e Biológico (TMB) entra em funcionamento em Setúbal, e terá continuidade na sua exploração pela Amarsul em 1997. O Aterro Sanitário do Seixal também inicia a sua operação neste ano, sendo mais uma vez a Amarsul a dar continuidade à sua exploração em 1997.
1994
Concessão e Exploração dos Sistemas Multimunicipais
O Decreto-Lei nº 294/94, de 16 de novembro, estabelece de forma pormenorizada o regime jurídico de concessão da exploração e gestão dos sistemas multimunicipais de tratamento de resíduos sólidos urbanos (RSU). De 1994 a 1997 são constituídas algumas empresas gestoras do Grupo EGF (Algar, Amarsul, Ersuc, Resioeste, Resulima, Suldouro, Valorlis, Valorminho e Valorsul).
1993
Setor Empresarial do Estado
A EGF é a empresa escolhida pelo Estado para, a par da então recém-criada IPE – Águas de Portugal, S.A., serem protagonistas do processo de empresarialização dos chamados serviços coletivos ambientais (água, saneamento e resíduos sólidos). Foi atribuída às duas empresas a responsabilidade de contribuir para a resolução dos problemas de abastecimento de água, saneamento de águas residuais, tratamento e valorização de resíduos sólidos.
1976
Integração no Instituto de Participações do Estado
É constituído, pelo Decreto-Lei nº496/76, o Instituto de Participações do Estado, EP, em cuja carteira de participações é integrada a EGF. É neste contexto que a empresa se afirma na área da consultoria estratégica, quer com o estudo e planeamento de projetos de âmbito empresarial, quer no apoio às autarquias ao nível da elaboração dos planos de desenvolvimento municipal.
1947
Nasceu a EGF
Criação da Empresa Geral do Fomento, S.A.R.L., com sede na Rua da Prata, e capital social de 5 milhões de escudos. Durante duas décadas a EGF evidenciou-se no domínio da prestação de serviços de estudo, assistência e apoio técnico e financeiro a empresas e empreendimentos de âmbito comercial e industrial.