COVID-19 é o nome, atribuído pela Organização Mundial da Saúde (OMS), à doença provocada pelo novo coronavírus SARS-COV-2, que pode causar infeção respiratória grave como a pneumonia.

 

Para combater e mitigar a propagação deste vírus foram publicadas orientações e recomendações pela Direção Geral da Saúde (DGS1/DGS2) e pela a Agência Portuguesa do Ambiente, juntamente com a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (APA e ERSAR1/APA e ERSAR2), sobre os cuidados a ter com os resíduos em tempos de pandemia.

 

A EGF simplificou a mensagem e está a divulgar as regras e orientações, com comunicados diretos e conteúdos ilustrados, para melhor transmitir a informação à população.

 

Para cumprir esta missão, foram produzidos cartazes e folhetos pedagógicos, definidas respostas para questões frequentes através de uma lista de FAQ's, e foi feita sensibilização à população através de uma campanha digital. Esta campanha apela à população para ficar em casa para evitar o contágio e, desta forma, respeitar os colaboradores que tratam da gestão dos nossos resíduos diários, tanto a nível de recolha como no tratamento, em várias infraestruturas por todo o país.

 

A informação está disponível nos websites e redes sociais das concessionárias EGF através da hashtag #PREVENIRCOVID19 e está disponível para download neste espaço dedicado à COVID-19 e à sua prevenção, que deve ser feita através da correta gestão dos resíduos urbanos.

COVID-19 e RESÍDUOS URBANOS
Regras do Lixo
Campanha Digital
Material Pedagógico
Comunicados de Imprensa
Recomendações COVID-19
13 MARÇO 2020
COVID-19 | Gestão de Resíduos
18 MARÇO 2020
EGF | Campanha Digital
25 MARÇO 2020
COVID-19 | Regras do Lixo
27 MARÇO 2020
COVID-19 E RESÍDUOS URBANOS
03 ABRIL 2020
EGF | Ecopontos
23 ABRIL 2020
FAQ's - Perguntas Frequentes

Sim, se não tiver quaisquer sintomas de COVID-19 e se não estiver em quarentena. Mesmo em isolamento, pode continuar a reciclar. Considerando que se tem verificado uma melhoria da situação epidemiológica no nosso país, considera-se haver condições para o retorno à normalidade que permite a submeter a tratamento os resíduos recicláveis recolhidos seletivamente.

 

No entanto, sempre que necessário, as entidades gestoras irão consultar as correspondentes autoridades de saúde locais sobre a necessidade de manutenção de um período de armazenagem prévio ao processamento dos resíduos recicláveis, como anteriormente.

Não. Todos os resíduos, recicláveis ou indiferenciados, devem ser depositados no contentor do lixo comum, caso tenha sintomas de COVID19. 

Poderá encontrá-los no nosso site AQUI. Caso não resida na área de uma concessionária EGF, deverá visitar o website da empresa que presta o serviço de recolha seletiva na sua área de residência. Esta informação pode também ser consultada no website da ERSAR.

Na situação de se estar perante caso(s) suspeito(s), ou confirmado(s), de infeção por COVID-19 em tratamento no domicílio, todos os resíduos produzidos pelo(s) doente(s) e por quem lhe(s) prestar assistência devem ser colocados em sacos de lixo resistentes e descartáveis, que não devem ficar completamente cheios - até 2/3 (dois terços) da sua capacidade; o saco deve então ser bem fechado e ser colocado num segundo saco, também devidamente fechado.

 

Os suspeitos ou infetados devem ter um contentor próprio em casa, onde colocar o saco, que deve dispor de tampa e esta deve ser acionada por pedal. Todos os resíduos devem depois ser depositados no contentor de lixo comum. Esta operação deve ser feita preferencialmente com luvas (ou com as mãos protegidas), para evitar contaminação, e os resíduos nunca devem ser calcados, nem deve ser apertado o saco para sair o ar.

 

Para melhor exemplificar este procedimento, veja o VÍDEO.

As pessoas que moram sozinhas têm de seguir as mesmas regras dos sacos que qualquer pessoa infetada com COVID19. Na hora de levar os resíduos à rua, caso não tenha apoio familiar, ou de vizinhos, para ajudar, pode ligar para a sua junta de freguesia ou para o número SNS 24 (808 24 24 24) para saber como deve proceder.

Sim, devem ser disponibilizados aos trabalhadores, contentores para deposição de resíduos indiferenciados, com tampa, se possível com abertura acionada por pedal e forrado com saco plástico resistente, onde devem ser colocados todos os resíduos de equipamentos de proteção individual como máscaras, luvas e viseiras utilizados pelos utentes/clientes/trabalhadores não infetados e sem suspeita de infeção. Deve também ser disponibilizada informação de fácil leitura sobre o local correto de deposição dos equipamentos.  

 

Os contentores devem ser higienizados diariamente de acordo com os procedimentos de limpeza e desinfeção definidos pela Direção-Geral da Saúde para superfícies, devendo, no caso de não existência de pedal, ser higienizados várias vezes ao dia.

Os resíduos produzidos pelo(s) cliente(s) e por quem lhe(s) tenha prestado assistência são equiparados a resíduos hospitalares de risco biológico (grupo III), devendo a sua gestão ser assegurada como tal. Ou seja, os resíduos devem ser acondicionados num primeiro saco plástico resistente, colocado em contentor com abertura não manual e com tampa.

 

Quando o saco estiver cheio (enchimento máximo até 2/3 (dois terços) da sua capacidade), deve ser bem fechado, e depositado num 2.º saco. Posteriormente, os resíduos devem ser mantidos segregados e ser encaminhados para operador licenciado para a gestão de resíduos hospitalares com risco biológico, sob responsabilidade do órgão de gestão da empresa, alojamentos, portos ou aeroportos.

Se forem máscaras e luvas descartáveis, não. Mesmo que lave as luvas com álcool não é garantida a sua limpeza por completo, o melhor a fazer é descartar os materiais usados. Caso se trate de máscaras filtrantes ou luvas reutilizáveis (ver pergunta 9), e estas estejam em boas condições, pode reutilizar.

Máscaras, luvas descartáveis e lenços de papel deverão ser sempre colocados no lixo comum. As máscaras filtrantes são reutilizáveis (ver pergunta 9) e podem ser desinfetadas, bem como as luvas reutilizáveis.

Não totalmente. Existem dois tipos muito distintos de máscaras de proteção que estão a ser usados neste contexto de pandemia: as máscaras cirúrgicas descartáveis e as máscaras filtrantes de proteção respiratória descartáveis

Ambas têm uma função de proteção, mas de forma diferente:  

  • MÁSCARA CIRÚRGICA: Permite que, caso estejamos contaminados, mesmo sem sabermos, ao tossirmos, espirrarmos ou falarmos (projetando o conhecido “perdigoto”), todas as gotículas contaminadas que expelimos fiquem retidas no interior da máscara que funciona como uma barreira e por isso, evitamos que a nossa própria contaminação atinja outras pessoas que nos estejam próximas. Ao usá-las, estamos, portanto, a proteger todos os outros à nossa volta. É por isso que os doentes (que estão contaminados) têm de as usar, para evitar contagiar as outras pessoas. No entanto, estas máscaras não filtram o ar contaminado que nós inspiramos quer porque a sua constituição não permite a filtração adequada, quer porque não vedam a nossa face e, portanto, quando inspiramos, o ar eventualmente contaminado à nossa volta, continua a entrar pelas aberturas laterais, superiores (junto ao nariz) e inferiores (junto ao queixo). É importante perceber que quando vemos, nos países asiáticos muitas pessoas a utilizá-las, isto significa, em parte, que elas já têm um sentido de proteção e um respeito pelo outro muito evoluído neste aspeto. Mesmo fora do contexto da pandemia, as pessoas doentes com uma gripe normal por exemplo, já evitam contaminar os outros com a utilização desta máscara nos locais públicos.
  • MÁSCARA FILTRANTE: A função de proteção individual das nossas vias respiratórias é assegurada pela utilização das máscaras filtrantes (ex.: FFP2), utilizadas na indústria, por exemplo, para nos protegermos das poeiras e aerossóis e dos chamados agentes biológicos (fungos, bactérias e vírus como o coronavírus) que circulam no ar agarrados a partículas ou gotículas que vão desde tamanhos relativamente grandes, que conseguimos ver, a tamanhos microscópicos que, apesar de não os conseguirmos ver, estão lá. Toda a máscara filtrante é um filtro. Este material é constituído por uma rede de inúmeras microfibras sobrepostas e entrelaçadas que impedem a passagem das partículas (visíveis e invisíveis) e dos microrganismos do ar circundante para o interior da máscara. Importa, contudo, salientar, que se a máscara não estiver completamente ajustada à face (não é aconselhável o seu uso com barba, por exemplo) ou não estiver bem colocada (sem ajuste em torno do nariz ou descentralizada), não conseguirá vedar totalmente e, portanto, permitirá sempre a entrada de ar contaminado através das pequenas aberturas entre a máscara e a face. As máscaras FFP3 também asseguram uma proteção adequada, sendo que a sua substituição dependerá da função e do tipo de serviço, entende-se, todavia, que, sempre que possível, deve ser diária ou, no máximo, a cada dois dias, dependendo da utilização, exposição e/ou grau de sujidade.

No entanto, máscaras e luvas devem ser sempre usadas como meio de proteção, juntamente com a lavagem das mãos com uma solução de álcool após manuseamento de resíduos eventualmente contaminados. Mais se acrescenta que as viseiras devem ser sempre utilizadas juntamente com máscara.

Somente as máscaras filtrantes e luvas reutilizáveis poderão ser desinfetadas. As descartáveis devem ser sempre colocadas no lixo comum após a sua utilização (até estar húmida/base 4h-6h).

 

As luvas reutilizáveis de tecido, que possam ser levadas à máquina imediatamente após a sua utilização, deverão ser lavadas a temperaturas elevadas entre 60ºC e 90ºC e, se possível, passadas a ferro a 100ºC. Se as luvas forem de borracha deverão ser lavadas com água e lixívia ou desinfetadas com álcool a 70º graus, o ideal será sempre apenas uma utilização por material.

 

As máscaras de tecido reutilizáveis devem seguir os procedimentos da embalagem de quantas vezes poderão ir à máquina de lavar roupa.

Sim. Está a ocorrer um aumento da frequência de higienização dos contentores e das viaturas de recolha, por fora e por dentro, com utilização de um desinfetante composto por solução de hipoclorito de sódio. Está a ser dada especial atenção aos locais de contacto com os utilizadores, como pegas e tampas.

Todos os contentores devem ser limpos e desinfetados com água e lixívia; de preferência, devem ser usadas luvas aquando da limpeza dos mesmos, e logo de seguida devem ser lavadas as mãos com água e sabão ou desinfetadas com álcool gel.

Não. A tampa dos contentores deve ser SEMPRE fechada.

Proteja as mãos quando depositar o seu saco de lixo no contentor, feche a tampa e no final lave as mãos com água e sabão conforme as recomendações.


Tenha em atenção que os resíduos que são depositados no contentor podem estar contaminados com COVID19. Quando deixamos um contentor com a tampa aberta são atraídos animais, que irão espalhar os resíduos, estando, deste modo, a contaminar a via pública; também o vento pode levar resíduos para fora do contentor. É, por isso, extremamente importante que feche a tampa.

Os Sistemas de Gestão de Resíduos têm operacionais os serviços de atendimento ao público para esclarecimentos à população e registo de situações que possam colocar em causa a saúde pública. Existem, no entanto, planos de contingência em cada concessionária que definem os acessos às instalações, horários e outras regras de funcionamento. 

 

Os contactos das concessionárias EGF podem ser consultados: AQUI.

A recolha porta-a-porta no comércio e instituições foi suspensa em algumas regiões, mas nas regiões onde se mantém são cumpridas as respetivas medidas de segurança.  Na segunda situação, em que se mantêm os serviços de recolha porta-a porta, os resíduos recicláveis, devidamente acondicionados, devem ser colocados no exterior dos estabelecimentos comerciais/instituições ou casas nos dias previstos de recolha.

Este serviço não é prioritário em fase de pandemia. Nesse sentido, apela-se à população que não coloque este tipo de resíduos para recolha enquanto a pandemia decorrer. Em casos especiais e por algum motivo excecional, devem contactar os serviços que habitualmente já asseguravam esta recolha. Mas mais uma vez, os serviços de recolha de resíduos estão com indicações prioritárias que não incluem a recolha de monos/monstros (colchões, eletrodomésticos, etc.).

Este serviço não é prioritário em fase de pandemia - nesta fase, a instalação de novos contentores depende apenas das necessidades específicas detetadas.

Este serviço não é prioritário em fase de pandemia - a deslocação de ecopontos de local depende apenas das necessidades específicas detetadas.

Não, as concessionárias EGF apenas recebem, tratam e valorizam resíduos urbanos. Para identificação dos operadores de gestão licenciados para receção de resíduos hospitalares poderá ser consultado o SILOGR – Sistema de Informação de Licenciamento de Operações de Gestão de Resíduos: AQUI.

Vão ser considerados serviços mínimos essenciais para garantir as necessidades fundamentais da população, nomeadamente:

  1. Recolha e tratamento de resíduos urbanos, com periodicidade diária para o lixo comum (resíduos indiferenciados);
  2. Recolha e tratamento de resíduos perigosos, com especial enfoque nos resíduos hospitalares;
  3. Recolha e tratamento de lamas e outros resíduos do tratamento de águas residuais urbanas.

A recolha seletiva de recicláveis continua a ser assegurada pelas entidades responsáveis, com exceção das zonas que tiverem tido recomendação específica para não o fazer.

Caso se verifique uma taxa de absentismo por parte dos trabalhadores afetos à recolha de resíduos urbanos, que não permita a recolha adequada e de forma seletiva de todas as frações de resíduos urbanos, está prevista a recolha conjunta da fração indiferenciada e da depositada seletivamente, garantindo sempre que a frequência de recolha de resíduos indiferenciados não é prejudicada.

Os Sistemas de Gestão de Resíduos Urbanos retomaram o funcionamento das instalações de tratamento mecânico, desde que estejam asseguradas todas as condições de segurança dos trabalhadores.

 

Esta medida visa reduzir a deposição de resíduos em aterro, garantir a alimentação da fase biológica, tornando cada vez mais operacionais as etapas de compostagem e digestão anaeróbia, e, em simultâneo, assegurar a recuperação dos recicláveis existentes nos resíduos indiferenciados.

Os Municípios, os SGRU’s e outras entidades envolvidas na recolha de resíduos urbanos, estão coordenados em cada região e prevêem no seu plano de contingência:

  • Aumento da frequência de recolha do lixo comum (sempre que possível diária), tendo em consideração, a possibilidade de existir uma taxa de absentismo elevada dos seus próprios trabalhadores.
  • Aumento da frequência de higienização dos contentores e das viaturas de recolha, por fora e por dentro, com utilização de um desinfetante. À higienização dos contentores, deve ser dada especial atenção aos locais de contacto com os utilizadores, como pegas e tampas.

As entidades responsáveis pela recolha de resíduos têm equipas para limpeza e remoção de resíduos, se identificada a deposição fora dos contentores.        

Todos os profissionais que estão a assegurar os serviços essenciais, como a recolha de resíduos, estão mais expostos ao coronavírus. No entanto, para o exercício da sua função, usam equipamentos de proteção individual e seguem instruções de segurança. Para que a exposição seja menor, é fundamental que seja cumprida a indicação para ficar em casa e cumprir o isolamento social para todo o país.

Os trabalhadores envolvidos nas operações de recolha e tratamento de resíduos devem cumprir escrupulosamente as medidas já definidas nesta matéria, nomeadamente em termos de higiene e utilização de equipamentos de proteção individual (EPI). Reforça-se a necessidade de higienização diária dos próprios EPI. Aplicam-se neste âmbito todas as medidas preconizadas assim como eventuais medidas adicionais que venham a ser determinadas pela Direção-Geral da Saúde.

A gestão das equipas de recolha está a ser programada, sempre que possível, de forma a evitar aglomeração de equipas em espaços coletivos (desfasamento de turnos). Após cada jornada de trabalho, as viaturas de recolha devem ser higienizadas, por fora e por dentro, com recurso a um desinfetante.

 

Os operadores de gestão de resíduos prevêem nos seus planos de contingência a necessidade de assegurar os serviços mínimos, as medidas necessárias para tal, tendo em consideração, entre outros fatores, a possibilidade de existir uma taxa de absentismo elevada dos seus próprios trabalhadores.

Os operadores de tratamento de resíduos hospitalares devem estar preparados para a necessidade de aumentar a frequência de recolha de resíduos em unidades de saúde do tipo hospitalar. Nesta situação, deve ser priorizada a recolha de resíduos nestas unidades de saúde em detrimento de clínicas e outros produtores de resíduos de menor dimensão, podendo ser ultrapassados os prazos máximos de acondicionamento de resíduos no local de produção determinados pelo Despacho n.º 242/96, do Gabinete da Ministra de Saúde.     


Os resíduos hospitalares recolhidos devem ser encaminhados diretamente para instalações de tratamento por autoclavagem ou incineração, sem armazenagem temporária noutros estabelecimentos.

Não. É sempre necessário lavar as mãos com uma solução álcool gel, ou com água e sabão (durante 20 segundos!), após manuseamento de resíduos.

Poderá consultar orientações sobre gestão de resíduos nos seguintes links: APA e ERSAR1/APA e ERSAR2 e DGS1/DGS2.

Sim, as indicações emitidas pela União Europeia dão suporte às orientações já dadas pela Direção Geral da Saúde (DGS1/DGS2) e pela a Agência Portuguesa do Ambiente, juntamente com a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (APA e ERSAR1/APA e ERSAR2), à separação do lixo de um paciente infetado com COVID-19 do resto do seu núcleo familiar e apontam para o reforço de equipamentos de segurança dos trabalhadores de gestão de resíduos. Estas indicações realçam ainda que é importante que os cidadãos mantenham os seus hábitos ecológicos, continuando a separar os seus resíduos para reciclagem.


O documento da UE pode ser consultado AQUI.

O Ministro do Ambiente e Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, apela às famílias que aproveitem este tempo em casa para treinar e aperfeiçoar as boas práticas de separação de resíduos e para procederem à correta deposição de luvas, máscaras e lenços no lixo comum. A informação é reforçada pela Secretária de Estado do Ambiente, Inês Costa, que invoca a importância de redução do desperdício doméstico, para evitar a sobrecarga no sistema de recolha, devendo ser respeitados os horários de recolha e a capacidade dos contentores.

Atendendo à possibilidade de um acréscimo significativo do número de casos de COVID19, os operadores de gestão de resíduos vão efetuar uma avaliação crítica aos procedimentos adotados durante esta fase da pandemia, revendo e atualizando os seus planos de contingência em sequência, para que possam estar preparados para o acionamento dos mesmos no período Outono/Inverno que se avizinha.

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